Confira os preços
“É melhor comprá-los lacrados, com o número associado que consta na fatura, por motivos fiscais (melhor ter comprovação da data de compra do ouro, nota do editor) e práticos (o selo evita arranhões, que causam descontos , Ed)”, diz Laurent Schwartz. “Deve ser dada preferência aos itens embalados em sacos lacrados, garantia de recuperação futura sem exame.
Além disso, o saco lacrado deve estar suficientemente identificado com a retomada do número da fatura para que seja evidente a ligação entre ele e a fatura de compra. Isso, para poder exercer a opção de tributação sobre o ganho real de capital(que impõe a você o ganho obtido, nota do Editor).
Esta opção é mais vantajosa que o TFMP (imposto financeiro sobre metais preciosos) de 11,5%, que incide sobre o valor total do imóvel vendido (mesmo que a venda gere prejuízo!)”, acrescenta François de Lassus. Por fim, o especialista recomenda entrar em contato com profissionais bem estabelecidos, como redes bancárias em particular.
Quanto aos lingotes (1 kg) e lingotes (10 a 500 gramas), “devem ser acompanhados do seu relatório de ensaio, no qual consta o número do lingote ou lingote bem como o nome do testador de fundição. Para lingotes, o blister serve como cédula.
É também necessário guardar a fatura de compra, na qual deve constar o número do lingote ou lingote, para poder exercer a opção do imposto sobre a mais-valia real na revenda”, sublinha François de Lassus. Os lingotes existem em diferentes formatos, mais acessíveis que os de um quilo: “10, 20, 31,1 (peso de uma onça, nota do editor), 50, 100, 250 e 500 gramas”, relata Laurent Schwartz. Os lingotes são preferidos por quem deseja investir apenas no metal amarelo “sem depender de uma possível variação do ouro.